Fundamentos Básicos de
Direcção Coral e Instrumental
(veja as fotografias)

por
Henrique
Piloto
Dia 24 de Março de
2007 das 10:00 às
13:00 e das 14:30 às 16:30
Escola Superior de Educação de Lisboa
Destinatários da
acção
Este curso destina-se a todos os
professores de música, qualquer que seja a sua área de
leccionação, mas sobretudo àqueles que por necessidades de
ordem variada tenham que recorrer à géstica como meio para
obter uma homogeneidade sonora no grupo quer seja vocal,
instrumental ou misto. Também podem participar todos os
interessados em desenvolver ou aperfeiçoar conhecimentos
nesta área.
Duração
5 horas
Objectivos
Transmitir bases fundamentais para um bom
domínio e clareza do gesto, da respiração, da linguagem e
da técnica de ensaio.
Exprimentar a géstica de direcção no sentido da clareza e
da legibilidade para o executante.
Programa
Serão trabalhados os seguintes aspectos
da técnica de direcção:
1. Marcação de diversos tipos de compassos, a independência
das mãos, entradas (anacrusa, contratempo, etc.) e vários
tipos de suspensões;
2. Exploração dos contrastes de dinâmica, acentos,
reguladores de intensidade;
3. Marcação de uma partitura;
4. Noção de quadratura;
5. Análise e interpretação da frase no contexto da
execução.
Material
Será necessário trazer lápis, borracha,
lápis azul e vermelho. Batuta (opcional). Trazer um
instrumento e se possível uma estante.
Henrique
Piloto
Maestro titular da Orquestra de Câmara de
Sintra e da Nova Orquestra de Lisboa.
É formado em Direcção de Orquestra pela Academia Nacional
Superior de Orquestra. Possui a licenciatura em Direcção
Coral da Escola Superior de Música de Lisboa e o Curso de
Canto Gregoriano do Instituto Gregoriano de Lisboa. Dirigiu
a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Académica
Metropolitana, Orquestra de Câmara de Macau, Orquestra
Filarmonia das Beiras, Orquestra da Musikskola de Ümea
(Suécia) e o Oratory Choir of Hong Kong. Foi elemento
fundador do Coro Gregoriano de Lisboa, e do Coro Syntagma
Musicum.
Estudou com Christopher Bochmann, Jean-Marc Burfin e
Jean-Sébastian Bérau.
A convite do Instituto Cultural de Macau reside e trabalha
neste território entre 1997 e 2001 dirigindo a Orquestra de
Câmara de Macau. Faz várias digressões pela China tendo
dirigido em diversos festivais, nomeadamente no V Festival
de Artes da China em Chengdu, no I Festival de Música de
Pequim e no Festival de Artes de Shanghai, dirigindo música
de compositores Portugueses. Ainda na China grava o
“Concerto em Ré Maior para cordas” de Joly Braga Santos.
Dirige na cerimónia de transferência de autonomia de Macau
para a China e é convidado a participar no I Orchestra
Sumit no Japão para maestros residentes na Ásia.
De regresso a Portugal é convidado a leccionar as classes
de orquestra na Escola de Música do Conservatório Nacional,
na Escola de Música N. Sra do Cabo, no Conservatório
Metropolitano de Lisboa e na Academia de Música de
Sta.Cecília.
Ministra ainda estágios de orquestra em Viana do Castelo,
Leiria e Lisboa. É convidado pelo Instituto Gregoriano a
dirigir os seus coros em Festivais de Orgão na Sé de Lisboa
e pelo Sintra Estúdio de Ópera a dirigir a ópera “A
Vingança da Cigana” de Leal Moreira.
Dirigiu a peça “Peer Gynt” de Erik Ibsen, com música
original de Eurico Carrapatoso no Teatro Aberto a convite
do próprio compositor.
Tem-se apresentado como maestro em Portugal, Espanha,
França, Suécia, China e Japão.
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folheto com ficha de inscrição e contactos (129 KB)
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