Fundamentos Básicos de Direcção Coral e Instrumental
por
Henrique
Piloto
Sábado, 26 de Janeiro de 2008
das 10:00h às 13:00h e das
14:30h às 16:30 h
Escola
Superior de Educação do Porto
(Edifício da Música)
Destinatários da acção Este curso destina-se a todos
os professores de música, qualquer que seja a sua área de
leccionação, mas sobretudo àqueles que por necessidades de
ordem variada tenham que recorrer à géstica como meio para
obter uma homogeneidade sonora no grupo quer seja vocal,
instrumental ou misto. Também podem participar todos os
interessados em desenvolver ou aperfeiçoar conhecimentos
nesta área.
Duração5
horas
ObjectivosTransmitir
bases fundamentais para um bom domínio e clareza do gesto,
da respiração, da linguagem e da técnica de ensaio.
Exprimentar a
géstica de direcção no sentido da clareza e da legibilidade
para o executante.
ProgramaSerão trabalhados os seguintes
aspectos da técnica de direcção: 1. Marcação de diversos tipos
de compassos, a independência das mãos, entradas (anacrusa,
contratempo, etc.) e vários tipos de suspensões;
2. Exploração dos
contrastes de dinâmica, acentos, reguladores de
intensidade; 3. Marcação de uma
partitura; 4. Noção de quadratura;
5. Análise e
interpretação da frase no contexto da execução.
MaterialSerá
necessário trazer lápis, borracha, lápis azul e vermelho.
Batuta (opcional). Trazer um instrumento e se possível uma
estante.
Henrique PilotoMaestro titular da Orquestra de
Câmara de Sintra e da Nova Orquestra de Lisboa.
É formado em
Direcção de Orquestra pela Academia Nacional Superior de
Orquestra. Possui a licenciatura em Direcção Coral da
Escola Superior de Música de Lisboa e o Curso de Canto
Gregoriano do Instituto Gregoriano de Lisboa. Dirigiu a
Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Académica
Metropolitana, Orquestra de Câmara de Macau, Orquestra
Filarmonia das Beiras, Orquestra da Musikskola de Ümea
(Suécia) e o Oratory Choir of Hong Kong. Foi elemento
fundador do Coro Gregoriano de Lisboa, e do Coro Syntagma
Musicum. Estudou com Christopher
Bochmann, Jean-Marc Burfin e Jean-Sébastian Bérau.
A convite do
Instituto Cultural de Macau reside e trabalha neste
território entre 1997 e 2001 dirigindo a Orquestra de
Câmara de Macau. Faz várias digressões pela China tendo
dirigido em diversos festivais, nomeadamente no V Festival
de Artes da China em Chengdu, no I Festival de Música de
Pequim e no Festival de Artes de Shanghai, dirigindo música
de compositores Portugueses. Ainda na China grava o
“Concerto em Ré Maior para cordas” de Joly Braga
Santos. Dirige na cerimónia de
transferência de autonomia de Macau para a China e é
convidado a participar no I Orchestra Sumit no Japão para
maestros residentes na Ásia. De regresso a Portugal é
convidado a leccionar as classes de orquestra na Escola de
Música do Conservatório Nacional, na Escola de Música N.
Sra do Cabo, no Conservatório Metropolitano de Lisboa e na
Academia de Música de Sta.Cecília. Ministra ainda estágios de
orquestra em Viana do Castelo, Leiria e Lisboa. É convidado
pelo Instituto Gregoriano a dirigir os seus coros em
Festivais de Orgão na Sé de Lisboa e pelo Sintra Estúdio de
Ópera a dirigir a ópera “A Vingança da Cigana” de Leal
Moreira. Dirigiu a peça “Peer Gynt” de
Erik Ibsen, com música original de Eurico Carrapatoso no
Teatro Aberto a convite do próprio compositor.
Tem-se apresentado
como maestro em Portugal, Espanha, França, Suécia, China e
Japão.
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