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Editorial - APEMNewsletter - Março de 2017
O currículo da escolaridade obrigatória e as aprendizagens essenciais tiveram este mês um grande destaque nos órgãos de comunicação social e nas redes sociais no âmbito do debate público do documento “Perfil do aluno à saída da Escolaridade Obrigatória”.
As associações profissionais, convidadas a definirem as aprendizagens essenciais pelo Secretário de Estado da Educação, juntaram-se pela primeira vez para refletir sobre o currículo e sobre o que é essencial aprender em cada disciplina e pensar de que forma cada área disciplinar contribui para o perfil do aluno que se pretende. Um debate rico, muito participado e onde se colocaram muitas questões ainda longe de terem respostas. As realidades são muito complexas e as respostas não podem ser simples.
Parte do nosso trabalho como professores inclui a necessidade de nos assegurarmos que a aprendizagem musical é relevante para os alunos, alicerçada a partir do que os alunos fazem e perspetivada para o que irão fazer a seguir, ou seja, pensada globalmente e de forma articulada.
A educação musical das crianças na educação pré escolar e na educação básica deve incluir o cantar, tocar instrumentos e usar tecnologia musical adequada. A audição musical deve incluir a música que as próprias crianças tenham produzido e apresentações musicais dos professores ou outros convidados/artistas, assim como deve também incluir um repertório selecionado pela sua adequação em termos da variedade de culturas, tempos e lugares, incluindo a música existente na vida das crianças fora da escola. Essa escuta deve informar a composição e a execução musical das crianças, tendo sempre presente que isto é um trabalho prático, como improvisar, compor, tocar e cantar em que num espaço e tempo próprio as crianças pensem e atuem como músicos.
A APEM convidou o Professor e investigador Martin Fautley da Universidade de Birmingham para nos vir falar precisamente sobre o currículo, a pedagogia e a avaliação em educação musical e que desafios e possibilidades é que se colocam em todas estas questões do ensino e da aprendizagem musical.
O Professor Martin Fautley é coautor de um recente documento de apoio ao trabalho dos professores sobre a estrutura do currículo da música em Inglaterra no ensino básico e secundário, incidindo sobre o processo de planificação para a aprendizagem musical, avaliação e progressão. Estão todos convidados a ir à Metropolitana em Lisboa, nossa parceira na organização deste Seminário no dia 27 de maio.
Manuela Encarnação
A APEM
A Associação Portuguesa de Educação Musical, APEM, é uma associação de caráter cultural e profissional, sem fins lucrativos e com estatuto de utilidade pública, que tem por objetivo o desenvolvimento e aperfeiçoamento da educação musical, quer como parte integrante da formação humana e da vida social, quer como uma componente essencial na formação musical especializada.
A APEM é filiada na ISME - Internacional Society for Music Education como INA - ISME National Affiliate
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