Newsletter da APEM
APEMNewsletter - Novembro de 2017
Editorial
P´ra começar bem
Carla Albuquerque
Conferência 1
Graça Mota
Workshops 1, 2 e 3
Bruno Cochat , Maria José Barriga, Adriano Franco
Fórum
Professor Manuel Rocha (convidado)
Conferência 2
Ana Paula Andrade
Workshops 4, 5 e 6
Mafalda Nascimento e Madalena Cabral, Renata Santos, Henrique Fernandes
Entrega dos prémios do 4º Concurso de composição de canções para crianças
Apresentação/Concerto - Paluí
Helena Caspurro
Última
Editorial da APEMNewsletter - Novembro - 2017
O XI Encontro Nacional da APEM
A música no ensino geral e no especializado foi o tema do Encontro Nacional da APEM 2017. Quisemos com esta temática lançar um desafio aos participantes, levantar questões e juntar as pessoas em torno da aprendizagem musical no ensino geral e no especializado, ou seja, em dois sistemas de ensino.
São duas realidades diferentes, com objetivos de ensino diferentes. Como referiu Vieira (2014), no I Encontro do Ensino Artístico Especializado da Música do Vale do Sousa ,“o problema tem-se situado sempre no dilema entre a definição deste tipo de ensino como algo “especial”, “diferente” (e que necessita de um ramo de ensino e instituições de formação “exclusivas” e “à parte”) e algo que é um direito de todos, “normal”, apesar das suas especificidades em termos de materiais, recursos e instrumentos. Ou seja, o dilema situa-se precisamente no nó de confronto entre as forças divergentes da especialização e da democratização, conceitos fundacionais dos próprios ramos de ensino.”
A música no ensino geral esteve sempre ligada a atividades musicais para todos, enquanto o ensino especializado já decorre de um conceito anterior que se ligava à vocação, chamado, então, ensino vocacional.
Para além destes conceitos, outro aspeto que relevamos é o dos repertórios que se desenvolvem e selecionam nestes sistemas de ensino e que também lhes deu identidade.
A propósito dos conservatórios, Vasconcelos (2002), na sua obra “O conservatório de música – professores, organização e políticas”, refere que estes “foram construindo uma praxis assente na diferenciação e na valorização exclusiva da cultura erudita ocidental em detrimento de outro tipo de culturas e de tipologias de música”.Por seu lado, no ensino geral, a seleção de repertórios, apesar de não excluir a música erudita ocidental, baseia-se em critérios de apropriação por parte dos alunos mais imediata, incluindo nesse propósito diversos estilos/géneros musicais e épocas.
No Fórum que organizámos neste Encontro da APEM as temáticas levantadas foram várias, mas houve uma confluência que registámos: em qualquer que seja o sistema de ensino, fazer música tem que estar no centro do ensino e da aprendizagem e o prazer de fazer música é o que devemos procurar em qualquer repertório, exclusivo ou inclusivo das múltiplas tipologias de música.
Dedicamos esta Newsletter ao XI Encontro Nacional da APEM realizado na Fundação Calouste Gulbenkian no sábado dia 4 de novembro.
Manuela Encarnação
A APEM
A Associação Portuguesa de Educação Musical, APEM, é uma associação de caráter cultural e profissional, sem fins lucrativos e com estatuto de utilidade pública, que tem por objetivo o desenvolvimento e aperfeiçoamento da educação musical, quer como parte integrante da formação humana e da vida social, quer como uma componente essencial na formação musical especializada.
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